Ecos de Sangue na Floresta
O sol ainda nĂŁo havia nascido quando saĂ para a varanda da mansĂŁo. O vento frio da madrugada percorria minha pele, arrepiando cada centĂmetro de mim, como se a floresta inteira estivesse tentando me avisar de algo. O sonho ainda queimava em minha mente, nĂtido demais para ser descartado como ilusĂŁo: olhos vermelhos, uivos distorcidos, e aquela voz feminina, cruel, que prometia sangue.
AtrĂĄs de mim, ouvi passos pesados. Marco. Seu cheiro quente de madeira queimada e te