Naquela noite, sozinho, Eiran pensou no que havia feito.
Disse “sim” para impedir uma guerra.
Mas o que ecoava em sua mente não era o selo, nem os Bohr — era a ideia de uma criança.
Um descendente com o tempo e o espaço nas mãos.
O mundo inteiro se moveria para caçá-lo.
E eu... não deixaria.
O sorriso reapareceu — vazio, quase triste.
Se algo como um deus tentar nascer em forma humana... eu o protegerei. Nem que seja preciso parar o mundo pra isso.
O pensamento se dissolveu junto ao som distant