NARRAÇÃO DE PETRINA...
Eu estava renovada. Nenhuma culpa me acusava.
Pelo contrário, sentia-me, pela primeira vez, como uma verdadeira mãe. Defendi quem amei. Agora, tudo o que desejo é viver em paz com eles.
Ao retornar ao hospital, senti minha alma lavada. Caminhei pelo corredor de cabeça erguida, os olhos brilhando com o peso da justiça. Ainda usava o salto alto que, horas antes, fora minha arma. A mancha de sangue estampada nele era o meu troféu.
Mas assim que entrei no quarto, travei os pa