O primeiro sinal não veio como acusação.
Veio como dúvida.
Lyria percebeu quando começou a receber mensagens que não pediam explicações diretas, mas carregavam uma hesitação estranha, um cuidado excessivo nas palavras, como quem pisa em terreno que pode ceder a qualquer momento.
“Só quero entender melhor.”
“Ouvi algo que não combina com você.”
“Antes de tirar conclusões, preferi perguntar.”
Ela leu todas em silêncio.
Esse era o verdadeiro início do ataque.
— Eles começaram — disse, calmamente,