Lyria não dormiu.
Depois do teste, eles a levaram para um quarto pequeno dentro da fortaleza. Cama estreita, uma janela alta demais para ver qualquer coisa, uma mesa simples e nada que lembrasse “lar”. O medalhão não parou de vibrar a noite inteira.
Toda vez que ela fechava os olhos, via a mesma cena:
a mãe correndo, Kael criança, as sombras chegando.
Quando a porta se abriu, a luz cinza já denunciava o início do dia.
Kael entrou.
Ele parecia ter dormido menos que ela.
— Levanta — disse. — Come