Lyria ficou parada no centro do pátio, olhando para a mulher do conselho como se ainda esperasse ouvir uma correção. Uma explicação. Qualquer coisa que não fosse aquilo:
Ela poderia ser executada.
Pelo próprio guardião.
Se não “controlasse” um poder que nunca pediu para ter.
O coração dela batia alto. Kael deu meio passo na direção dela, como se quisesse dizer alguma coisa, mas não tinha palavras.
A mulher virou as costas e começou a sair.
— Ei! — Lyria chamou, com raiva. — Quantos “ciclos de t