O coração do território estava ruindo como um castelo de areia sendo engolido por maré.
As paredes derretiam, o chão se abria em fendas profundas, e o ar vibrava tão forte que doía nos ouvidos.
Kael foi o primeiro a recuperar o fôlego.
— LYRIA! — ele gritou, mesmo sabendo que ela já não podia ouvir.
A fenda tinha se fechado atrás dela.
Selada.
Irreversível.
Ele socou o chão com tanta força que o punho sangrou.
— EU DISSE QUE IA PROTEGER VOCÊ, MALDIÇÃO!
Eran agarrou o braço dele antes que ele