A luz do núcleo explodiu para fora como uma maré.
Kael e Eran foram lançados contra o chão ao mesmo tempo. Pedras tremeram, símbolos acenderam, e a entrada do templo pareceu respirar como um animal acordando irritado.
Kael rolou, levantando com dificuldade.
— LYRIA! — ele gritou, indo direto para o monólito azul.
Eran também se ergueu, mas com a lâmina já em mãos.
— Não encosta! — Eran avisou. — O núcleo pode partir você no meio!
Kael ignorou.
Ele cravou a mão na pedra viva.
A marca no pulso qu