A queda não era queda.
Era como deslizar por dentro de uma veia viva, onde paredes de luz escura pulsavam como carne.
Kael tentava manter Lyria próxima, segurando sua mão com força — mesmo que o pulso dele queimasse pela energia do núcleo.
Eran vinha atrás, conjurando trajetos de luz azul para estabilizar a descida.
— Segura firme! — Kael gritou.
— EU ESTOU SEGURANDO! — Lyria respondeu, tentando parecer mais corajosa do que estava.
A energia puxava-os em direções impossíveis, como se a gravid