94. Confissão noturna
O relógio digital na mesa de Rafael marcava 22h30 quando ele finalmente desligou o computador e se recostou na cadeira. As luzes do escritório estavam suavemente apagadas, e o ambiente parecia mais silencioso do que nunca. Era uma sexta-feira à noite, e a maioria das pessoas já havia deixado o prédio, mas ele continuava ali, imerso nos detalhes de mais um projeto estratégico. O trabalho nunca parecia parar, especialmente quando se tratava de manter o curso de sua liderança.
Rafael sabia que ha