Mundo de ficçãoIniciar sessão"Ela só queria liberdade. Eles… queriam controle. Entre traumas, desejos e obsessões… Nice se vê no meio de um triângulo amoroso com dois irmãos bilionários, marcados por um passado de ciúmes e manipulação. Quando a fuga se torna sua única saída, ela encontra apoio em dois novos amigos… Alex e Bruno… Homens que, ao invés de posse, lhe oferecem proteção e cuidado. Mas, entre a cura e o caos… Nice precisará escolher: Lutar por si mesma… Ou… ceder mais uma vez aos laços… Que insistem em prendê-la."
Ler maisA semana demorou para passar, tirando a interação com Alex na quarta, foi as aulas de manhã, a tarde tentando evitar Paul, na quinta ao invés de Sebastian era Vinicius que estava esperando na saída do trabalho e fez questão de levar ela para casa, mesmo Nice falando que não precisava que queria só ir descanar.Na sexta-feira à noite, Sebastian e Vinicius estavam juntos esperando por ela.Os dois encostados no carro de Sebastian, como se fossem dois predadores esperando a presa.Nice congelou ao vê-los ali… juntos.— “O que… vocês estão fazendo aqui?”Sebastian foi o primeiro a falar:— “A gente precisa conversar. Agora.”Sem muitas escolhas, ela entrou no carro, sentando no banco de trás, enquanto os dois seguiram na frente.O caminho, um silêncio cortante.Quando chegaram à cobertura de Sebastian, a conversa explodiu.Vinicius foi o primeiro a romper o clima tenso:— “Chega disso, Sebastian. A gente precisa decidir quem vai ficar com ela.”Nice, que ainda nem tinha tirado o casaco, c
Depois da aula, enquanto guardava as luvas na mochila, Nice ouviu a voz de Alex se aproximando com aquela naturalidade de quem já fazia parte da rotina dela há semanas, mesmo sendo a primeira aula.— “Sabe… pela minha estreia… acho que mereço um café. E como você foi oficialmente minha primeira parceira de treino… seria uma honra se aceitasse ir comigo.”Ela riu, ainda ofegante do esforço.— “Você não perde tempo, né?”Ele colocou as mãos no peito, fingindo indignação.— “Juro que é só amizade. Meu namorado me mataria se soubesse que estou dando em cima de alguém assim, tão descaradamente.”Ela parou por um segundo surpresa.— “Namorado?”— “Uhum.”Ele piscou, com um sorriso cúmplice.— “O nome dele é Bruno. Somos daquele tipo de casal insuportavelmente feliz.”Nice relaxou imediatamente— “Mas não está meio tarde para um café”Ele olhou para ela e rindo disse— “E tem horário para um bom café?, você pode tomar suco se preferir, mas, eu não tenho horário para tomar café.”Nice ficou e
Quarta-feira à noite.Nice estava no vestiário da academia, ajustando as luvas de treino e tentando afastar da mente todas as confusões dos últimos dias.Paul. Sebastian. Vinicius. Aulas de dança suspensas. A tensão no escritório.Tudo um caos.Ela respirou fundo e foi para o tatame.O instrutor, André, estava como sempre: animado e com aquele jeito exageradamente atencioso principalmente quando se tratava dela.— “Boa noite, minha aluna favorita!”Ele disse sorrindo para ela, os olhos demorando mais do que o necessário nas curvas dela.Nice apenas sorriu de canto, já acostumada.Antes que a aula começasse, um novo aluno apareceu na porta do dojo.Alto, moreno, cabelo castanho claro, olhos cor de mel, sorriso fácil e uma postura de quem não estava ali apenas para aprender golpes.Todos ficaram olhando o novo integrante do grupo, enquanto André foi recebê-lo.— “Seja bem-vindo. Pegou a melhor turma da academia, pode se apresentar para todos que já vamos iniciar a aula.”— “Oi, turma! M
Naquela segunda-feira, Nice passou o dia inteiro tentando fingir normalidade.Focou nos prazos, nas planilhas, nos relatórios de compliance, mas a cabeça, teimava em voltar para o sábado à noite, o domingo e a conversa com Paul.Quando o expediente acabou, ela saiu do escritório rápido, esperando que Paul estivesse ocupado ou que, por algum milagre, não fosse atrás dela.Mas quem a esperava, era outro.Sebastian.Encostado no próprio carro, de braços cruzados, com a postura casual mas com aquele olhar que parecia enxergar até os pensamentos mais escondidos dela.Ela parou por um segundo, o estômago afundando.— "Tá me seguindo agora?"Ele sorriu de canto.— "Apenas… garantindo que você chegue em casa em segurança."Ela bufou, mas entrou no carro sem protestar.Durante os primeiros minutos de trajeto, o silêncio entre eles foi denso.Até que ele quebrou o gelo:— "Sobre as suas aulas de dança com o Paul…"Ela suspirou.— "Sebastian… por favor… não começa."— "Não é questão de começar.





Último capítulo