Mundo de ficçãoIniciar sessãoAo flagrar o namorado a traindo em plena boata Emma a perde o chão — e, tomada pela raiva e pela dor, solta a promessa mais impulsiva da sua vida: “Vou perder a virgindade com o primeiro homem que entrar por aquela porta.” Ela só não imaginava que o destino levaria exatamente ele até ali: um desconhecido de terno, olhar perigoso e presença dominadora… que em poucas semanas se tornaria seu novo chefe. Emma não imagina a surpresa que terá quando chegar à empresa do chefe da sua mãe… e der de cara com o homem desconhecido com quem perdeu a virgindade.
Ler maisA porta pesada do The Black Room se fechou atrás deles, selando Sophia em um mundo que não lhe pertencia, mas que, de alguma forma, parecia ter sido feito para ela.
Seu coração batia frenético contra o peito, não por medo, mas pela promessa do desconhecido. O ar era carregado, denso com uma eletricidade que parecia vibrar em sintonia com seu próprio corpo. O perfume amadeirado de Giovanni envolvia seus sentidos, um lembrete constante da presença dominante dele, enquanto sua mão firme a guiava com precisão, pressionando a base de suas costas nuas.
Ela sentia o calor dele, a força silenciosa que exalava de cada movimento, de cada toque, de cada palavra não dita.
— Confie em mim, Sophia. — A voz dele veio baixa, um sussurro grave que reverberou por sua espinha como uma promessa perigosa.
Ela engoliu em seco, seus dedos tremendo levemente, mas não recuou. Porque, apesar do desconhecido, apesar da tensão quase insuportável entre eles, ela queria aquilo.
O quarto era um santuário de controle e desejo, um espaço onde os limites eram testados e o prazer era moldado pela entrega. As paredes escuras absorviam a pouca luz vinda de velas estrategicamente posicionadas, criando sombras dançantes que faziam cada detalhe parecer ainda mais intenso.
Mas não eram as sombras que capturavam sua atenção.
Eram os objetos.
Algemas de seda, vendas de veludo, chicotes finos, cordas trançadas. Uma coleção cuidadosamente organizada de instrumentos de prazer e submissão.
Sophia sentiu o peito subir e descer com mais força.
Um universo completamente novo se abria diante dela.
Giovanni parou atrás dela, e antes que pudesse absorver tudo ao seu redor, seus dedos deslizaram lentamente por seu braço desnudo fazendo ela arfar.
O toque dele era firme, porém provocante.
Cada deslizar dos dedos parecia uma pergunta silenciosa, um convite para atravessar um limite invisível.
—
Está pronta para me pertencer esta noite?O calor dele irradiava contra sua pele, um contraste hipnotizante com o frio sutil do ambiente. Sophia fechou os olhos, tentando controlar a avalanche de sensações que ameaçava consumi-la. Mas já era tarde demais.
— Sim… — Sua voz saiu como um sussurro, carregada de uma necessidade que a assustava e a excitava na mesma medida.
Giovanni sorriu, satisfeito com a rendição implícita nas palavras dela. Pegou uma venda de veludo e a deslizou suavemente sobre seus olhos. O mundo ao redor desapareceu. Nada além do som de sua respiração e do calor da presença dele restava.
— No escuro, você sentirá mais, Sophia.
Sua voz roçou sua orelha, enviando um arrepio intenso por sua pele. O desconhecido aguçava cada sentido, cada expectativa. Ela estremeceu quando sentiu a textura das fitas de seda envolvendo seus pulsos, delicadas, mas firmes, atando-a à mercê dele. A sensação de imobilização fez sua pulsação disparar.
— Agora, apenas sinta.
Ela ouviu o farfalhar da roupa dele, o som rouco dos sapatos se afastando e depois voltando. Então, um toque quente, dominado pela precisão de alguém que sabia exatamente o que estava fazendo, deslizou por seu ombro, descendo lentamente pela curva de sua coluna.
Cada toque era um comando silencioso.
Cada suspiro, uma rendição inevitável.
Os lábios de Giovanni a tocaram, explorando-a sem pressa, sem hesitação. Sua língua traçou um caminho torturante pelo seu pescoço, sua respiração quente provocando um contraste entre prazer e expectativa.
As mãos dele desceram por seu corpo, explorando-a com um domínio absoluto, como se ela já lhe pertencesse há muito tempo.
— Você é fascinante assim, entregue-se a mim… — A voz dele soou rouca, carregada de desejo contido, de uma fome que ela sabia que não era apenas dela.
O mundo ao redor se dissolveu.
Sophia já não sabia mais onde terminava e onde começava.
A venda privava sua visão, mas seus outros sentidos estavam mais aguçados do que nunca. Cada toque dele era fogo e gelo ao mesmo tempo, desenhando nela um caminho sem volta.
O prazer e a excitação se misturavam à adrenalina de estar à mercê de um homem que a fazia sentir-se simultaneamente protegida e vulnerável.
— Eu poderia devorá-la inteira esta noite. — Ele sussurrou contra sua pele, os dentes roçando levemente em seu ombro.
O corpo de Sophia estremeceu, e ela sentiu o calor líquido do desejo se espalhar dentro de si.
Ali, naquele quarto escuro, nas mãos de um homem que sabia exatamente o que fazer com ela, Sophia teve certeza de uma coisa.
Ela nunca mais seria a mesma, porque Giovanni Bianchi acabara de marcá-la.
E ninguém jamais a tocaria do mesmo jeito novamente.
— Sou eu, senhorita Emma.Quando ouço a voz dele, meu coração dispara ainda mais forte no peito por causa da revelação que acabei de fazer.— Você quase me matou do coração… — digo, e começo a chorar de repente.Meu Deus… como eu sou idiota. Estou chorando por tudo. Como vou explicar isso ao senhor William? O que eu vou dizer?— Vamos para o carro. Aqui está muito frio, e você está tremendo — ele diz, me conduzindo até o veículo.Limpo as lágrimas rapidamente. Não posso chorar na frente dele… ainda mais por algo assim.Ele abre a porta para mim, e eu entro. Logo depois, o senhor William ocupa o banco do motorista.Ele me olha e percebe que ainda estou tremendo. Então, tira o paletó e o coloca sobre mim, em seguida liga o aquecedor.— Você está bem? — pergunta, olhando diretamente para mim.— Eu… estou bem — minto, desviando o olhar.— Emma — ele diz meu nome com firmeza —, você está chorando e tremendo. Isso não é “estar bem”.Engulo em seco, minhas mãos apertam o tecido do paletó de
Aqui está o texto revisado, corrigido e mais fluido, mantendo o uso correto do travessão:— Saia de perto do meu marido, sua vagabunda! — a mulher do senhor William grita, vindo em nossa direção. Ela me pega de surpresa e me dá uma bofetada no rosto.Fico totalmente sem reação, incapaz de me mover. Após o tapa, Amélia tenta puxar meu cabelo, mas o senhor William se coloca na minha frente.— Se controla, Amélia! — ele diz, alterando o tom de voz enquanto a encara.— Eu vou matar essa vadia! Eu sabia que estava acontecendo alguma coisa… eu sabia que ela estava dando em cima de você! — ela grita, completamente descontrolada. — Saia da minha frente, que eu vou ensiná-la a não se meter com homem casado!O senhor William a segura para impedir que ela avance em mim.— Você sabe que o nosso casamento não passa de aparência, Amélia. Não temos nada há muito tempo… então se controle. Você está parecendo uma maluca desequilibrada — ele diz, firme.Com aquela fala do senhor William, eu finalmente
— Eu que estou grávida — Safira fala rapidamente, chamando a atenção para si.Mas o senhor William não tira os olhos de cima de mim. Mesmo tentando controlar o choro, sinto que meus olhos estão vermelhos, assim como o meu nariz.— Por que você está chorando, senhorita Emma? Está sentindo alguma coisa? — ele pergunta, olhando fixamente para mim.— A Emma só está emocionada, porque acabou de descobrir que está grávida… e o sonho dela é ser mãe — Safira responde rapidamente, tentando me proteger.Mesmo com tudo o que Safira diz, ele continua me observando.— Eu preciso ir ao banheiro — falo, saindo da sala.Ando rapidamente até o banheiro. Minhas mãos estão trêmulas, e meu coração bate forte no peito.— O que eu vou fazer agora com um filho? Isso não pode estar acontecendo… — murmuro para mim mesma.Tento controlar as lágrimas, mas não consigo. O desespero toma conta de mim.Será que o senhor William percebeu o meu nervosismo? Será que ele acreditou no que Safira disse?— Emma, você está
— Você está ficando maluca, Safira. De onde você tirou essa ideia de que eu estou grávida? O senhor William deixou bem claro que não podia ter filhos, e você sabe que eu só transei com um único homem na vida, que foi ele — falo, olhando para ela.— Eu sei disso, Emma, mas não tem como você não estar grávida. Esses sintomas que você está sentindo, eu já senti — ela responde.A Safira está maluca. Eu estou sentindo essas coisas porque não estou me alimentando direito.— Não tem como, Safira. Isso é loucura — falo.— Tudo bem. Só faz o teste por desencargo de consciência — ela insiste.Decido fazer o teste só para tirar essa ideia maluca da cabeça da Safira.— Eu vou fazer, mesmo sabendo que não vai dar em nada — digo, indo até o banheiro. Safira vem atrás de mim.Espero o banheiro ficar vazio para fazer o teste.Faço xixi no pote, saio da cabine, coloco o recipiente na pia e mergulho o teste na urina.Mesmo achando isso impossível, admito que estou nervosa e trêmula.— Eu tenho certeza










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