— Eu preciso de pensos higiénicos. — Ala disse aos dois sequestradores que a vigiavam. Soou mais como uma ordem do que um pedido.
— O quê? — Um deles reagiu, confuso.
— Estou menstruada. Preciso de pensos higiénicos. — exaltou-se, olhando diretamente para eles.
— Já disse que não estamos aqui para atender a coisas banais. Já está tarde. — reclamou o homem, visivelmente irritado.
— Isto não é banal. A não ser que não se importem que tudo aqui fique manchado de vermelho. — disse com firmeza.
Os ho