Os documentos de Silas Porter chegaram não como uma enxurrada, mas como um gotejar preciso e venenoso. A primeira leva, enviada para o escritório privado de Ezra às cinco da manhã, não continha acusações. Continha padrões.
Folhas e mais folhas de números, transferências bancárias, códigos de projetos da Morgan International que não constavam dos registos oficiais. Cada transação era uma migalha de pão a marcar um caminho desde os cofres da empresa até às contas offshore dos Van Holt. O mais ins