Eu corri atrás de Bruce.
Minhas pernas se moviam antes que meu cérebro pudesse pensar. O parque estava escuro, as árvores balançando com o vento, e eu só conseguia ver a silhueta dele se afastando, a muleta batendo no chão, a mala na mão.
— Bruce! Espera!
Ele não parou. Apertei o passo. Minha mão alcançou o braço dele.
— Bruce, para!
Ele parou. Não se virou.
— O que você quer, Iza?
— Eu não sei — admiti, a voz saindo em um sopro. — Mas eu não quero que você vá embora. Não assim.
— Então como voc