O último momento da perdição.
O céu estava cinzento, mas calmo. A brisa suave não era fria, apenas melancólica — como se até o tempo soubesse que aquele momento era sagrado.
Diante da campa simples, com o nome da mãe gravado em letras modestas, Harper se ajoelhou. Pela primeira vez. Depois de tantos anos.
Ficou ali, em silêncio.
Os dedos tocaram a pedra fria.
A testa baixou devagar até encostar-se nela.
E então, finalmente… ela chorou.
Não era o choro contido de sobrevivente. Nem o pranto de raiva. Era o c