O mundo soube da verdade através de uma carta amarelada, encontrada no fundo de uma gaveta trancada a chave no escritório de Eros Thorne, aos seus oitenta e sete anos. Seus dedos já não seguravam a caneta como antes, mas a lucidez com que escreveu aquelas palavras era indiscutível. A caligrafia trêmula não escondia o peso da confissão.
“Meu nome é ErosThorne. E esta é minha verdade. Fui eu quem matou Kington Poonts. Fui eu quem o esquartejou. Fui eu quem enterrou os pedaços dele como quem plan