Eu não conseguia respirar.
A televisão repetia em looping o vídeo. O vídeo maldito. Meu rosto... minha voz... a conversa que eu jamais tive.
“Mulher do CEO é criminosa?”, diziam as legendas, com a minha foto ao lado de palavras como assassina, fraude, vingança.
Não adiantava trocar de canal. Estava em todos. Sites, redes sociais, fóruns. Até pessoas que eu nem conhecia estavam comentando sobre mim. Me julgando. Me condenando.
Meu celular não parava de vibrar, mas eu não queria ver. Não queria ou