Eu estava preocupado. Muito preocupado com Soo-ah.
Essa mulher que surgira do nada, com sua voz ameaçadora e fria ao telefone, havia desenterrado um passado que nem Soo-ah sabia que existia. E agora, tudo à nossa volta parecia desmoronar como um castelo de cartas.
As acusações contra ela eram absurdas. Dizer que Soo-ah havia mandado matar os pais adotivos, o senhor Bong, a mãe de Tae-ho... era impensável. Mas os detalhes que essa mulher conhecia — sobre os crimes, sobre nossos acordos, sobre os