Entramos no apartamento e Eun-woo fechou a porta atrás de nós com calma, como se o mundo lá fora deixasse de existir no instante em que ficamos sozinhos. O silêncio do lugar era envolvente, cortado apenas pela música baixa que vinha de algum canto — uma melodia suave, quase como um convite ao que estava por vir.
Ele se aproximou devagar, seus olhos presos nos meus, e acariciou meu rosto com a ponta dos dedos, com tanta leveza que me fez prender a respiração. Era como se me tocasse por dentro.
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