O dia mal havia clareado quando batiam à porta do quartinho. Saltei da cama ainda tonta de sono, o coração acelerado. Abri devagar e o vi ali, encostado no batente com um copo de café em uma das mãos e um saco de papel na outra.
— Bom dia, Soo-ah — ele disse com um sorriso suave. — Trouxe café e alguns pães. Achei que quisesse comer algo antes de irmos buscar seus irmãos.
— Você já está aqui? — perguntei, surpresa.
— Eu disse que estaria ao seu lado, lembra?
Dei um passo para trás e o convidei