Elize entrou no prédio da faculdade com passos ligeiros, mas a cabeça estava a quilômetros dali.
Na verdade, provavelmente ainda estava presa dentro de uma sala de arquivos minúscula, com o perfume do Arthur pairando no ar e as palavras dele ecoando no ouvido como se estivessem gravadas.
“Por hoje… eu me dou por satisfeito.”
Ela balançou a cabeça tentando apagar a memória, mas foi puxada de volta pra realidade quando ouviu um assobio familiar.
— Olha quem chegou com cara de quem brigou com o e