— É aqui — ele disse, entrando na garagem.
Ela engoliu seco.
A fachada iluminada, o porteiro gentil acenando, a portaria moderna... Tudo aquilo parecia um lembrete de onde ela estava pisando.
Não era só um jantar. Era o território dele. E ela… bem, ela se sentia uma ovelha indo pro abate.
Com lingerie nova, claro. Mas ainda assim, ovelha.
Henrique estacionou o carro, deu a volta, abriu a porta pra ela com um sorriso e ofereceu o braço.
— Vamos?
Elize assentiu, tentando manter a pos