— Espetáculo? — ela arqueou uma sobrancelha. — Tá confiante, hein?
— Na cozinha, sempre. No resto… bom, tô tentando.
Elize deu uma risada baixa e apoiou o queixo na mão, sem disfarçar o quanto estava observando.
Henrique se virou para a bancada atrás de si, procurando o azeite, e ao voltar o olhar para o balcão... congelou.
Elize estava ali, com o queixo apoiado na mão, o cotovelo firmemente encostado no tampo.
A pose era despretensiosa, mas o efeito, devastador.
A inclinação leve do corp