O burburinho matinal do escritório dava sinais de vida. Risadas tímidas, o tilintar de xícaras de café, o som dos teclados preenchendo o ar como uma trilha de rotina.
Elize chegou com o cabelo preso em um coque baixo, e nos olhos ainda inchados da noite mal dormida havia passado apenas uma maquiagem leve, mas foi recebida com os sorrisos de sempre.
— Trouxe pão de queijo, Elize — disse Glória, estendendo um guardanapo com três ainda quentinhos.
— Aproveita que não é todo dia que a Glória ofe