Ela apenas assentiu. Ainda sentia o peso dos olhares, das palavras, do nome dele.
Mas também sentia o conforto da presença dele ao lado.
Elize entrou primeiro, os olhos fixos na paisagem da janela, e Henrique logo atrás, em silêncio.
O carro deslizou pelas ruas iluminadas, cortando a noite como se não houvesse pressa de chegar s lugar algum.
Os primeiros minutos foram mudos. O tipo de silêncio denso, cheio de perguntas sem coragem de sair, de palavras presas na garganta.
— Eu… — começa