Mas Elize virou o rosto de leve, desfazendo o instante.
— Boa noite, Henrique.
Ele sorriu, respeitoso, ainda com os olhos nela.
— Boa noite, Elize.
Ela abriu a porta do carro, saiu, e antes de entrar em casa, olhou por cima do ombro.
Ele ainda estava ali, a observando, com aquele mesmo olhar que parecia prometer que o melhor ainda estava por vir.
E ela queria. Queria muito acreditar nisso.
No dia seguinte, o despertador de Elize sequer teve tempo de tocar.
O celular não parava