Acordei e ele não tava. Nem bilhete, nem mensagem, nem sinal. Só o travesseiro ainda quente e o cheiro dele no lençol.
Fiquei sentada na cama, meio zonza. Tentando entender. Tentando lembrar se eu fiz alguma coisa errada. Mas não. A noite anterior tinha sido boa. Intensa. Verdadeira.
E mesmo assim... ele foi embora.
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Levantei, andei pela casa, abri a porta, chequei o celular. Nada.
A ausência dele parecia gritar. E eu, que sempre fui firme, que cresci ouvindo meus pais falarem sobre amor com