Era madrugada em Berlim quando Helena acordou com um som estranho. Clara dormia tranquila, mas Arthur estava em pé, olhando pela janela. Um carro parado há horas na frente do prédio. Dois homens dentro. Sem movimento. Sem expressão.
— Eles estão aqui — disse ele, sem tirar os olhos da rua.
Helena se aproximou, o coração acelerado.
— Você tem certeza?
— É o mesmo padrão. O mesmo silêncio. A mesma ameaça disfarçada.
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Na manhã seguinte, receberam um aviso da equipe de segurança: os homens havia