Era uma manhã comum. Clara brincava no tapete da sala, Arthur organizava os papéis do estúdio e Helena respondia mensagens sobre a peça. O projeto social estava ganhando força a ideia era levar a história para escolas, comunidades, espaços onde o amor ainda era visto como algo distante.
Tudo parecia tranquilo. Até que o interfone tocou.
Arthur atendeu. A voz do outro lado era estranha, apressada.
— Entrega pra Helena. Precisa descer.
Helena franziu a testa. Ela não havia pedido nada. Mas por p