Depois de tantas rodas, tantas conversas, tantas histórias, eu entendi: escutar é só o começo. O que vem depois... é movimento.
Não dá pra ouvir dor e ficar parada. Não dá pra ver mulheres querendo mudar e não abrir caminho. Então comecei a agir.
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Chamei Luma, claro. Ela já chegou com mil ideias e um caderno cheio de rabiscos.
— A gente precisa criar um projeto pra essas mulheres. Algo que vá além da conversa.
— Tipo o quê?
— Oficina de escrita, grupo de apoio, espaço pra empreender... sei l