As horas seguintes passaram como um borrão confuso entre realidade e sonho. Após aquela conversa tensa na suíte do hotel, eu me fechei em silêncio. Cada passo que dava, cada batida do meu coração parecia amplificar o eco das palavras de Baran. Ele estava diferente. Não era o mesmo homem frio e calculista que conheci naquela noite em Istambul. Havia algo nele… uma fragilidade escondida sob a couraça de aço que ele usava para se proteger do mundo.
Na manhã seguinte, levantei antes do sol nascer.