O tempo pareceu congelar depois que Mehmet partiu. Cada minuto dentro do carro parecia um século. Eu não conseguia ficar sentada, e muito menos parada. A arma que ele deixou no banco do passageiro me encarava como um lembrete cruel de onde eu estava — e com quem havia me envolvido.
Do lado de fora, Cem falava com alguém pelo rádio. Seu rosto estava tenso, os olhos varrendo a escuridão do beco onde estávamos estacionados. O cheiro de gasolina, metal e medo estava por toda parte.
Meu estômago se