Eu não dormi naquela noite.
O relógio marcava 03:47 quando me dei conta de que ainda estava sentada na poltrona do quarto de Baran, com os joelhos dobrados contra o peito, vestindo uma de suas camisas largas, sentindo o cheiro dele impregnado em mim como tatuagem. Meus olhos estavam inchados de tanto chorar, e minha mente, em completo caos.
Baran tinha descido para resolver algo com seus homens. Disse que voltaria em uma hora. Faziam quatro. E cada segundo que passava sem ele, era como uma lâmi