O apartamento tinha o mesmo cheiro. Envelhecido. Parado no tempo.
Diogo esperava perto da porta, mochila jogada sobre um ombro, mala já acomodada no corredor, fingindo que não estava nervoso.
— Pronto? — perguntei.
Fechei a porta sem sequer conferir se estava trancada. Já não era mais minha essa porta.
Diogo olhou em volta, dentro do carro novo — o chique que Daniel me dera quando fez meu antigo desaparecer. Ele testou todos os recursos, até os que eu mesma não sabia usar. Ainda cheirava a carr