Marcus segurou a porta para mim enquanto Elias varria a rua com o olhar. Caminhei entre os dois como se aquilo fosse normal, como se eu nunca tivesse voltado para casa de ônibus com sacolas de mercado equilibradas no quadril e ninguém cuidando das minhas costas. Quase parecia normal andar um passo atrás daqueles homens. Eles não eram nem de longe o incômodo que eu imaginei a princípio.
Eu sempre me perguntei se me acostumaria com essa vida. Acostumei. Aquilo era eu me acostumando a circular com