Eu mostrei a ala de hóspedes para o Diogo primeiro. Não porque fosse separada, mas porque era silenciosa. Um quarto voltado para o jardim, não para a cidade. Janelas grandes. Uma cama que nunca tinha sido usada. Closets enormes para ele colocar o conteúdo da sua mochila pequena. Uma escrivaninha com um abajur protocolar, uma pilha de papéis brancos e um lápis preto, como se alguém ainda usasse qualquer uma daquelas coisas.
— É meu? — ele perguntou.
— Pelo tempo que você quiser que seja — eu dis