Ana
Acordei com a cabeça latejando como se tivesse levado uma marretada bem no meio da testa. O quarto girava, minha boca parecia o deserto do Saara e eu tinha certeza que o cheiro de álcool ainda estava impregnado nos meus poros.
Ótimo, Ana. Parabéns. Você oficialmente conseguiu fazer o maior papelão da sua vida.
Revirei de lado, enterrei o rosto no travesseiro e gemi.
— Eu não acredito que mandei aquela foto… não deve ter sido uma alucinação causada pelo álcool… — murmurei pra mim mesma, c