Capítulo 8 – A Mulher de Cera

A chuva fina que descia sobre Genebra naquela manhã de outono fazia os vitrais da mansão Marchand parecerem ainda mais melancólicos. Isabelle acordou com o som abafado dos pingos contra a vidraça. Olhou para o teto esculpido do quarto e sentiu-se anestesiada. O luto não havia passado. Estava impregnado em sua pele, como um perfume denso que não se dissipava.

Ela se levantou mecanicamente, atravessou o quarto e foi direto para a penteadeira da mãe. Escovou os cabelos com a mesma escova de prata
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