O sol da manhã tocava suavemente as colinas da Villa, pintando o jardim da mansão Farella com tons dourados e delicados. A brisa carregava o perfume das lavandas recém-despertas, e o som da água da fonte central se misturava às risadas infantis que preenchiam o ar. Era a primeira manhã realmente tranquila desde o pesadelo do sequestro. A primeira em que Isabelle permitia-se respirar sem culpa, sem vigília, apenas... viver.
Sentada sobre uma manta estendida na grama macia, Isabelle amamentava Ad