Isabelle despertou com o corpo trêmulo e a respiração entrecortada, como se tivesse sido arrancada de um abismo profundo e sufocante. O suor frio colava os fios escuros de seus cabelos à testa, e o lençol, amarrotado, parecia ter sido retorcido por mãos invisíveis. Por alguns segundos, permaneceu deitada, o olhar perdido no teto, tentando separar o sonho da realidade, mas a voz infantil que ecoava em sua mente tornava a tarefa impossível.
— Papai… papiii…
O sussurro infantil, doce e inocente, r