Três anos haviam passado desde aquele primeiro choro de Catherine na sala de parto. Três anos de risos, passos incertos que viraram corridas, de mamadeiras trocadas por xícaras pequenas e livros de figuras coloridas. Agora, a menina corria pelo jardim como uma pequena borboleta azul, com seu vestidinho rodado e laço no cabelo. O riso ecoava como melodia entre as roseiras em flor, e os olhos — tão azuis quanto os de Isabelle — brilhavam ao descobrir o mundo em cada flor, inseto ou pedacinho de c