A fumaça dos charutos pairava no salão como névoa venenosa. Dominico Farella, o homem conhecido no submundo como El Príncipe, andava de um lado para o outro, com os olhos faiscando e os punhos cerrados. Seus ternos de alfaiataria impecável estavam manchados de sangue fresco.
Dois corpos jaziam no chão do salão — os capangas que falharam em proteger a mulher que ele tomara para si. Ele mesmo os executara com tiros frios no peito e um último na cabeça de cada um.
— Inúteis... — rosnou entre os de