A noite já caía sobre a villa Farella. O silêncio pesado que antecede as decisões irrevogáveis pairava no ar, e até os empregados pareciam mais discretos que o habitual. Dominico estava em seu escritório, de pé diante da janela, olhando o pátio iluminado. O cálice de uísque em sua mão girava lentamente, e cada movimento parecia uma contagem regressiva.
Ele vai pagar. A frase se repetia em sua mente como um mantra. A cada vez que a lembrança de Salvatori se aproximando de Isabelle lhe vinha à ca