Mel não conseguia tirar os olhos da mensagem anónima. As palavras pareciam vibrar no ecrã, como se tivessem vida própria. “Tens a certeza que queres saber tudo sobre o homem que pensas conhecer?” A frase ecoava na sua mente como um aviso, uma pergunta perigosa que podia abrir portas difíceis de fechar.
Naquela noite, enquanto Luna dormia no sofá da casa dela, Mel permaneceu sentada à mesa da cozinha, com uma chávena de chá esquecida nas mãos. Não era só medo — era curiosidade. E essa era a emoç