[Narrado por Alana]
O silêncio entre a gente era mais barulhento que qualquer rajada.
Ali, encostada numa parede mofada, com a farda suja de guerra e a alma batendo lata, eu entendi:
não tinha mais volta.
Nem pra base.
Nem pro morro.
Nem pra mim.
O Caio do meu lado... não era o menino da laje.
Era o homem que virou demônio pra me manter viva.
E eu? Eu era a mulher que atravessou o inferno de farda pra salvar um nome que o mundo inteiro mandou esquecer.
— “Tu ainda acha que dá pra fugir disso?”