📍 NARRADO POR ALANA
(continuação — briga de rua, sem escapatória, sem misericórdia)
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O PRIMEIRO SOCO É SEM CERIMÔNIA
Ele veio com tudo. Punho fechado, cheio de ódio e testosterona inútil.
Mas raiva não vence experiência.
Eu me abaixei no reflexo, o soco dele passou zunindo pelo meu cabelo. Apontei o joelho direto na costela, e o estalo foi música.
Vilela cambaleou, tossiu seco — já sentiu que não ia ser fácil.
— “Não vai ter rádio, Vilela. Não vai ter reforço. Vai ter é chão