📍 NARRADO POR ALANA
(continuação — a invasão, a hora da cobra)
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A CHEGADA AO COVIL
A base da Daniela era uma fortaleza mascarada de quartel.
Vidro limpo, portão eletrônico, duas guaritas. Policial em cada canto, farda engomada, arma na cintura.
Mas fachada é fachada.
E todo muro tem rachadura.
Eu e Caio chegamos por trás, pela viela que a maioria nem sabia que existia.
Ele matou o motor da caminhonete a uns cinquenta metros, me olhou no escuro, e falou baixo:
— “Aqui é s