Após o impacto do livro de Elisa e da repercussão da investigação, a Constela entrou em uma nova fase.
A caixa de entrada da editora, antes cheia de propostas formais e histórias com narrativas densas, começou a mudar de tom.
As mensagens agora vinham com títulos diferentes:
“Não sei se é o bastante para virar livro, mas…”
“Talvez vocês nem publiquem isso, porque não é tão grave assim…”
“Desculpa incomodar com algo bobo.”
Dores menores, incômodos sutis, histórias silenciosas.
Uma mulher escreve