Dois anos depois.
A luz da manhã atravessava as cortinas brancas com suavidade, tingindo o quarto em tons dourados. O apartamento em que Luna e Sophia moravam juntas — agora oficialmente um lar dividido — estava silencioso, exceto pelos passos leves de Sophia na cozinha e o farfalhar de lençóis enquanto Luna se espreguiçava na cama.
Dois anos haviam se passado desde que Luna deixara para trás a vida dupla, as ameaças, a insegurança. Ela agora trabalhava como desenvolvedora sênior na empresa de tecnologia que So